Sereia de Ouro


Atalhos


Agraciados

  • Helder Martins de Moraes

Depois de 40 anos de atividades diplomáticas no Itamaraty, o cearense Helder Martins de Moraes continua um idealista. Chefe da Missão Diplomática do Brasil na Ucrânia em 2003, Helder salienta a importância de se procurar manter a integridade, segundo ele, um objetivo nobre, mas por alguns associado à ingenuidade e à falta de sentido prático em um mundo onde o que mais importa é o resultado.

“Esse cinismo que tudo sacrifica no altar do pragmatismo, visto como uma ‘vaca de ouro’, parece uma conduta dominante no universo político, incluindo o da diplomacia, o que é lamentável”, acrescenta. Ao invés das estratégias de “servilismo” e “disciplina” no serviço público e na diplomacia, Helder de Moraes defende atitudes de independência, coerência e sensatez. Um caminho que lhe trouxe “injustiças” na sua carreira, exercida, com a mesma determinação, nos mais diversos postos. Helder Martins de Moraes opta por exercer os valores morais que levou de Mauriti – sua pequena cidade natal, no Cariri cearense – para cenários como Rio, Paris e ainda a Praga de 65 a 68 ou a Saigon de 1969, entre muitos outros.

E é à sua conduta de “independência” que o diplomata, que já foi jornalista e cineasta, prefere atribuir a homenagem do Sistema Verdes Mares. Como jornalista, ele trabalhou na revista “O Cruzeiro”, ao lado de Ziraldo, Millôr Fernandes, e Luís Edgar de Andrade.



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